sábado, 21 de março de 2009

Barack Obama o mais ímpio presidente americano

“Eu vim em nome de meu Pai, e não me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis.”

— Jesus Cristo

Hugo Chavez, da Venezuela. Fidel Castro, de Cuba. Mahmoud Ahmadinejad, do Irã. Lula, do Brasil. O que eles têm em comum? Historicamente, eles sempre optaram pelo antiamericanismo. Eles nunca pensariam em louvar Jesus Cristo. Apesar do antiamericanismo deles, eles louvaram Barack Obama por ter sido eleito presidente dos EUA.

O grupo terrorista Hamas, uma das grandes ameaças a Israel e que festejou quando houve o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 contra os EUA, louvou a eleição de Obama como “vitória histórica para o mundo”.[1]

Foi bem fácil para Obama conquistar a admiração de ditadores comunistas, pois no passado ele próprio tinha ligações comunistas.[2] Sabe-se também que ele tem uma forte agenda esquerdista. Quanto aos ditadores muçulmanos, sua admiração pode estar ligada ao fato do obscuro e polêmico passado muçulmano de Obama.

Foi bem fácil também para Obama conquistar a admiração da imprensa. Os liberais e esquerdistas têm essa vantagem. Não é costume da mídia favorecer um candidato político conservador. Bush, por exemplo, venceu duas eleições sob fogo cerrado da mídia americana e mundial.

Uma das grandes dificuldades de qualquer candidato não liberal é enfrentar ataques da imprensa. Vencer a resistência e hostilidade da mídia é talvez um dos maiores desafios. Essa dificuldade o liberal Obama não teve. Desde o começo da campanha eleitoral americana, a imprensa o tratou de forma privilegiada e amistosa.

Assim, a imprensa americana e mundial estava com ele. O mundo — inclusive inimigos históricos dos EUA — estava com ele. E por que a mídia não o pouparia? Obama é radicalmente a favor do aborto e prometeu dedicar sua presidência ao ativismo homossexual.[3]
Obama: a agenda do controle populacional está de volta

A própria ONU, toda alegre, não perdeu tempo em fazer contato com Obama. Por causa de medidas políticas de Bush, a ONU parou de receber muita assistência dos EUA. Bush tomou tal atitude porque a ONU não quis parar seu envolvimento em políticas mundiais de controle populacional que incluíam o aborto.

Por causa da falta de colaboração de Bush na agenda de aborto da ONU, a ONU não ousou ter sua habitual conferência de população em 2004. Agora haverá “mudanças”— Obama dará continuidade às antigas metas de aborto e homossexualismo de Bill Clinton.

Agora, com Obama na presidência, a ONU já se prepara para receber muito dinheiro americano e fortalecer suas habituais atividades de promoção de direitos reprodutivos (eufemismo para aborto) e direitos sexuais e de gênero (eufemismo para homossexualismo e outras perversões sexuais).

Obama sente-se em casa com as atividades da ONU. Afinal, sua mãe, Ann Dunham, chegou a trabalhar para a USAID e para a Fundação Ford, duas organizações com envolvimento pesado em atividades internacionais de controle populacional, aborto, feminismo, educação sexual, etc.

Com a inspiração de sua mãe, Obama adquiriu a visão de construir um mundo novo — ou uma nova ordem mundial — de acordo com a perspectiva da USAID e Fundação Ford.

Contudo, mesmo com o apoio descarado da mídia e dos inimigos dos EUA, como Obama veio a conquistar a eleição americana? A maioria do povo americano apóia o aborto? A maioria deles apóia o homossexualismo?
Revolta anti-republicana na eleição americana

Na verdade, no mesmo dia da votação para presidente dos EUA, houve plebiscitos em vários estados americanos, principalmente para deixar a população decidir se aceitava ou não o casamento homossexual. Na Califórnia, onde a maioria das pessoas votou em Obama, os eleitores também votaram majoritariamente contra o casamento homossexual.[4]

Portanto, a ambição de Obama de promover a agenda homossexual e o controle populacional está em discordância com a vontade popular americana.[5] Aliás, a vontade popular parece ter sido levada a votar nele por três motivos principais:

Revolta contra o Partido Republicano. Segundo o Projeto de Questões Americanas, a derrota republicana “não foi porque os EUA queriam passar radicalmente para a esquerda, mas porque os eleitores queriam punir os republicanos por abandonarem os princípios conservadores”.[6] Muitos eleitores evangélicos americanos de maneira geral preferem candidatos republicanos, esperando deles ações concretas contra as ameaças à vida e à família natural. No entanto, a maioria dos políticos republicanos dissimulou e desapontou, não cumprindo seus compromissos pró-família.

Racismo. Obama freqüentou durante 20 anos uma igreja evangélica negra que prega abertamente o racismo negro contra os brancos. Seu velho pastor, Jeremiah A. Wright, é declaradamente pró-comunismo. Mesmo assim, a vasta maioria dos evangélicos negros votou em Obama — não porque ele tivesse valores coerentes com a Bíblia, mas unicamente por ele ter a pele negra. Ele se beneficiou eleitoralmente desse racismo que, estranhamente, se encontra protegido pelas elites e mídia americana. Esse é o único tipo de racismo socialmente aceito nos EUA.[7]

Crise econômica. Com seu bolso afetado, os americanos se amarguraram com os republicanos, votando em Obama por pura revolta. Hitler também se beneficiou muito da crise econômica da sua época, que o ajudou a chegar à liderança suprema da Alemanha, que era uma das nações mais avançadas do século passado. Crises econômicas têm sempre o potencial de levantar “messias” políticos.

No entanto, quando votaram em Obama por revolta, os americanos mostraram claramente seu conservadorismo, pois votaram no mesmo ato contra o casamento homossexual. Mesmo assim, Obama declarou que as medidas de Bush — que são a favor da família natural e da abstinência sexual e são contrárias ao aborto, homossexualismo, pesquisas com células-tronco embrionárias — serão revertidas.

As propostas de Obama também incluem reverter a política de Bush que proíbe que dinheiro do governo americano financie programas de planejamento familiar que oferecem ou promovem abortos em outros países.[8]
“O presidente mais ímpio dos EUA”

E agora, como ficam os EUA espiritualmente?

Bill Keller, o principal evangelista do mundo na esfera da internet, está há preocupado com a crise econômica e com a eleição de Barack Hussein Obama como o 44º presidente dos EUA. Keller declarou: “A mão de Deus foi removida desta nação”.

Keller disse que os EUA elegeram um homem que garantirá o fortalecimento das leis para que o aborto seja disponível em todo o território americano, promoverá a radical agenda homossexual e terá amizade com as nações que querem ver a destruição de Israel. Ele também disse:

“A destruição virá de muitas formas, tais como a introdução de leis que permitirão que a Bíblia seja tratada como discurso preconceituoso, como já fizeram outros países. Pela primeira vez, aqueles que se recusam a negociar a verdade da Bíblia e pregar o Evangelho sentirão perseguição real e tangível”.[9]

De um ponto de vista espiritual, talvez o alerta mais importante tenha vindo de Steve Foss, que avisou antes das eleições:

Em janeiro de 2000 Deus me deu uma revelação incrível sobre o que estava para acontecer nas próximas eleições nos Estados Unidos na próxima década.

Deus então me disse: “No final do segundo mandato do presidente Bush, haveria um colapso financeiro”. Como todos sabem, acabamos de enfrentar a maior ameaça econômica desde 1929 e a Grande Depressão.

Deus falou comigo que depois de George W. Bush, os Estados Unidos elegeriam o presidente mais ímpio que já tiveram.

Em 2006, comecei a perguntar ao Senhor: “É certeza que isso acontecerá em 2008?” Ele falou comigo com bastante clareza e me deu as palavras chaves para o que creio eu poderão mudar para sempre o que está para acontecer nos EUA.

Ele disse: “Depende dos cristãos”.

Eu tive uma visão no começo deste ano. Eu vi Barack Obama nesta visão. Ele estava falando para uma grande multidão e estava sendo transmitido pela televisão. Ele estava falando palavras incríveis de unidade e paz. As palavras eram elegantes, confortantes e inspiradoras.

Mas enquanto ele estava falando eu vi um poderoso espírito de violência saindo do espírito dele e alimentando o espírito daqueles que o estavam ouvindo. Esse espírito de violência se dirigia a qualquer pessoa que se opunha ao que ele dizia. O espírito de violência era implantado naqueles que ouviam suas palavras e as recebiam. Era uma ira como nunca vi antes.

Era uma ira que seria liberada contra aqueles que se opõem à agenda de Barack Obama.

Conversei com muitos evangélicos, inclusive pastores, não só aqui nos Estados Unidos, mas também ao redor do mundo, que apóiam fortemente Barack Obama. Muitos deles estão revoltados com os republicanos, e têm razões para essa revolta. Outros são inspirados pela idéia de eleger o primeiro presidente afro-americano dos EUA, enquanto outros crêem que Barack Obama é um cristão preocupado com os pobres e necessitados.

Deus disse que a eleição 2008 está nas mãos dos cristãos. Exatamente como foi quando Deus falou com Jonas sobre o juízo que estava para vir sobre Ninive, quando os ninivitas se arrependeram Deus deteve o juízo, a mesma coisa pode acontecer nesta eleição. Muito embora Deus tenha dito que os EUA elegeriam seu presidente mais ímpio, Ele nos deu a oportunidade de adiar este juízo.

Os EUA estão nas mãos dos cristãos.

Precisamos passar tempo em profunda oração de intercessão e clamar a Deus para que ele tenha misericórdia dos EUA. Se o Cristianismo passar a ser agredido num governo controlado por Barack Obama e pelos democratas liberais, os efeitos negativos serão horríveis para a divulgação do Evangelho no mundo inteiro.

Esse alerta de Steve Foss foi publicado originalmente no site A Conexão de Jerusalém.[10]
O que há com os eleitores cristãos dos EUA e do Brasil?

Muitos cristãos americanos decidiram o destino dos EUA na eleição recente. O presidente mais maligno dos EUA já foi escolhido. Os EUA, que eram o único aliado de Israel, agora sob Obama se aproximam dos inimigos de Israel, confirmando as profecias bíblicas de que no final dos tempos todas as nações se voltariam contra Israel.

Como brasileiro, preciso me preocupar com o destino dos EUA. Afinal, tenho a experiência de viver sob o governo Lula, que vem lutando, a nível nacional e internacional, para promover o aborto e o homossexualismo, colocando os cristãos brasileiros sob grave risco com a aprovação de draconianas leis anti-homofobia.

Quando Lula tentou introduzir sua pioneira resolução na ONU classificando o homossexualismo como direito humano inalienável em 2003, os EUA foram uma das nações contrárias. Agora, EUA e Brasil estão no mesmo barco de perdição. Agora, em suas ambições nacionais e internacionais Lula terá apoio da Casa Branca, inclusive na pioneira resolução brasileira anti-“homofobia” que está na Organização dos Estados Americanos. Agora, os cristãos do Brasil estarão sob ameaças nacionais maiores, com pressões internacionais apoiadas por um governo americano pró-aborto.

Em 7 de novembro, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) enviou uma nota oficial congratulando Obama e destacando que a eleição dele “representa uma vitória para a democracia e pluralidade”. [11] A nota também pedia a atenção dele para as questões homossexuais no mundo inteiro. A ABGLT, que entrou com ações contra mim e outros cristãos, recentemente foi condecorada pelo governo Lula e ajudada a ter um lugar oficial dentro da ONU.[12]

Medidas e inovações politicamente corretas dos EUA sempre tiveram reflexos no Brasil. O Brasil, que já está sentindo os efeitos de Lula, agora terá de sentir o peso de Obama também. Os militantes gays americanos estão se sentindo tão fortalecidos com a vitória de Obama que estão ameaçando usar violência contra os cristãos.[13]

Entretanto, o Brasil não pode se queixar do destino cruel que muitos cristãos americanos escolheram para os EUA. Muitos cristãos brasileiros também optaram por Lula. O diabo tem enganado e usado os próprios cristãos para levantar sua gente em posições de autoridade para liberar sua agenda destrutiva na sociedade.
Sem arrependimento dos cristãos, não há conversão dos líderes nacionais

Os americanos são hoje reféns de manipulações politicamente corretas impostas pela mídia. Sob pressão da mídia, você tem de votar num candidato negro, para provar que não é racista. Se você se opuser à agenda de um político negro, você se arrisca a ser tachado de racista. No caso de Obama, que já promete ressuscitar de forma fortalecida a agenda de aborto e homossexualismo dos anos Clinton, toda crítica será passível da classificação de racismo. Obama, que já está reempregando os funcionários radicais do ex-governo Clinton, tem de forma muito mais ampliada a alma ideológica de seu antecessor democrata, porém a necessária pele negra para utilizar o recurso racial contra muitos oponentes políticos.

A vantagem de ser negro e muito mais esquerdista do que Clinton lhe garante a continuidade da proteção por parte da imprensa liberal e blindagem contra os opositores. Os brasileiros já conhecem essa história. O governo Lula, embora crivado de escândalos, nunca desabou. Lula, em seu esquerdismo caipira, está blindado para não cair.

Resta agora aos cristãos nos Estados Unidos orarem pela conversão de Barack Obama. Contudo, apesar das muitas orações, Clinton governou dois mandatos em muita impiedade — e nunca se converteu. Apesar das muitas orações, Lula está já em seu segundo mandato liberando muita impiedade na sociedade brasileira — sem o menor sinal de conversão. Como poderá haver resposta à oração quando muitos cristãos, satisfeitos e alegres, escolhem propositadamente Obamas e Lulas pró-aborto e pró-homossexualismo?

Eu não entreguei minha autoridade espiritual a Lula por meio do voto. Mas muitos cristãos fizeram isso. Hoje minha missão é chamá-los ao arrependimento. Por isso, é importante orar pelos cristãos dos EUA e do Brasil, para que eles se arrependam e coloquem a vontade de Deus acima das suas próprias vontades.
Novo modismo: messianismo esquerdista

Lula, com seu messianismo esquerdista caipira, ocupa hoje a presidência brasileira, mergulhando o Brasil em absurdos morais. Obama, com seu messianismo esquerdista sofisticado, ameaça mergulhar não só os EUA, mas também o mundo inteiro nos mesmos absurdos.

Sem perda de tempo, representantes de Obama já entraram em contato com o governo da Síria, prometendo eliminar o isolamento desse país.[14] Esse isolamento foi imposto pelos EUA anos atrás por causa do envolvimento da Síria no terrorismo contra Israel.

Mas, no que depender da imprensa liberal, o povo não verá o perigo desses absurdos. O povo verá apenas os “messias” e a beleza de suas promessas. Em seu primeiro discurso após a eleição, Obama fez o compromisso declarado de promover “paz e segurança” ao mundo.[15]

Sob os aplausos dos inimigos de Israel, ele também declarou seu compromisso total de dar “paz e segurança” para Israel e para a “Palestina”.[16]

Embora a Bíblia contenha avisos fortes contra os falsos messias — homens que prometem soluções miraculosas para o povo —, o mundo está encantado. Mas até onde irão? “Quando disserem: ‘Há paz e segurança’, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão”. (1 Tessalonicenses 5:3 ACF)

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